TELE Satélite

Balanço positivo


O ano 2004 aproxima-se do fim. E, como é habitual em qualquer final de ano, em quase todos os campos de actividade, este é também tempo de balanço.

Como é também já tradição, a Tele Satélite, e mais abrangentemente o mercado que esta publicação representa, não deverá ser excepção.
Por isso mesmo, volto aqui a partilhar convosco, estimados leitores e entusiastas das “parabólicas”, mais que o habitual comentário de actualidade e opinião com que este espaço é preenchido regularmente, antes uma reflexão, justamente ao estilo de balanço daquilo que fazemos.

E essa reflexão só pode, parece-me, levar a uma conclusão principal, que aqui vos deixo. Que tem a ver com o facto do comprovado sucesso desta publicação continuar a ser, antes de mais e ainda hoje, o reflexo do sucesso do conceito que lhe dá origem e do entusiasmo dos seus utilizadores.

De facto, o balanço de 2004 no que toca à recepção satélite, pese embora todas as condicionantes e limitações (crise económica, desinvestimento, despromoção, “piratas”, avanço da TV por cabo, anúncio próximo - espera-se - da Televisão Digital Terrestre…), só pode ser deveras positivo: a recepção satélite está de boa saúde, recomenda-se, o interesse dos consumidores mantém-se, as novidades mensais não faltam, há cada vez mais canais (incluindo aqueles de recepção livre), os equipamentos não deixam de se renovar, a TV de Alta Definição vem aí e em força (pode não ser o “milagre” por muitos esperado, é verdade, mas sempre vai ajudar a animar o mercado),…

Graças ao conceito, à tecnologia, às possibilidades, à evolução e ao entusiasmo que ainda hoje a recepção satélite representa, o mercado das “parabólicas” e os seus intervenientes podem ainda,apesar de tudo, mais que lamentar, adaptar-se, aprender com a experiência, evoluir, procurar outras soluções, justamente aproveitar as novas oportunidades. Em muitos outros mercados e áreas de actuação, como comprovam as notícias e os exemplos que nos chegam ao conhecimento quase todos os dias, os intervenientes directos não podem gabar-se do mesmo.

Também por isso, comparativa e globalmente falando, o nosso balanço de 2004 não pode ser senão positivo.

Para todos vós, estimados leitores, os melhores votos de Feliz Natal e um muito Feliz Ano Novo de 2004!

Francisco Vieira

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